Maria Radiante

Um dia de praia…

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Pois que estava a ler descansadita quando ouço alto e bom som: “Beatriz, vai para o car[v]alho! Percebeste? Sabes onde é o car[v]alho?”

Rapidamente percebi que eram mãe e filha (30 e tais para a mãe e uns 10 anitos para a miúda) e sim, a Beatriz era a filha. E não concordo, claro. Não acho nada bem que a tenha mandado primeiro para o “car[v]alho” e só depois lhe tenha perguntado se sabia onde era… devia ter-se certificado primeiro se a miúda sabia onde ficava para depois a mandar para lá. Assim é que devia ser… E mais, o “car[v]alho” devia ficar em casa deles, porque a mãe agarrou nas trouxas todas e disse “Vamos para casa!”…

Por estas e por outras é que eu não compreendo por que raio de motivo é que eu não posso levar o meu cão para a praia… há humanos que fazem muito mais circo que o Smash… e ele nem faz é circo nenhum, que é diferente!

Praia à boa moda portuguesa, infelizmente ainda não inventaram o detetor de espetáculo e como tal, a praia ainda é de livre acesso…

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