Maria Radiante

Desabafo do dia

5 comentários

Começo a ficar saturada de ouvir todos os dias a mesma história: “Ah e tal… vou emigrar e tenho de mandar o meu cão para o canil…” E os filhos, não? E os maridos e as esposas? No estrangeiro os animais são proibidos? Desconheço a lei que proíbe animais domésticos noutros países… Mas já percebi que há mas é muita gente insensível!

Compreendo que não os possam levar imediatamente (se as coisas forem bem preparadas, podem fazê-lo!!!), mas os nossos animais fazem tudo para nos agradar e no fim levam um chuto para um canil. Já chega, não???

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5 thoughts on “Desabafo do dia

  1. Compreendo o que queres dizer, por outro lado, muitas vezes as pessoas quando emigram nem podem levar de imediato os filhos porque há mesmo leis, documentação e burocracias a tratar/ respeitar.
    Depois também há a questão que muitas pessoas têm, por exemplo, cães de porte grande em apartamentos pequenissimos cá em Portugal que, na maioria dos países europeus seria considerado maus-tratos a animais e ainda poderiam vir a ter muitos problemas com a policia e a justiça devido a isso (em muitos paises -felizmente – não se brinca com o bem-estar dos animais). Outras passam de casas grandes cá mas quando emigram passam (pelo menos no inicio) a ter que viver em casas mais pequenas porque para além de se estarem a manter lá ainda têm que pagar as dividas que deixam cá…. (outras não mas isso já são pessoas que nunca deviam ter tidos animais)

    No entanto, concordo contigo quando dizes que há outras possibilidades, nomeadamente familiares e afins.

    Os meus pais já foram emigrantes e até “vir-mos de vez” não quiseram ter nenhum aniimal de estimação (excepto peixes :D) mas depois de vir-mos arranjamos um rafeirozinho que foi abandonado perto de nossa casa no verão. Quando tiveram que passar mais uma temporada ao estrangeiro arranjamos familiares que podiam tratar dele. Mas nem todos têm essa sorte – mas muitos também não querem saber….

    Pessoalmente, acho que a maioria das pessoas tem animais por ter, não pensam no que pode acontecer, como vão mantê-los etc, por outro lado, se tivesse que deixar alguém para trás e sendo mãe, para mim nem colocava a questão entre meu cão ou meu filho. Desculpa porque sei que isto pode soar muito mau mas a verdade é que mais depressa deixava o meu marido para trás do que o meu filho. Acho que não há comparação possível entre animais de estimação e filhos.
    Quero, no entanto, deixar bem claro que sou completamente contra os maus tratos, que penso que quando vamos buscar um animal, ou o resgatamos da rua (como o caso do “meu” cão que ainda está em casa dos meus pais e já tem perto de 10 anos connosco) devemos saber que é “para sempre”, que passa a ser membro da nossa familia e só em última instância é que devemos tentar arranjar uma outra familia para ele. Jamais abandoná-los assim do nada e muito menos entregá-los num canil.

    Só que comparar um cão a um filho, a mim que sou mãe soa-me muito mal. Um cão também não trocava os seus filhotes pelo dono. Se o dono tenta fazer mal a um cachorro a sua cadela também o atacará…

    *

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