Maria Radiante

Voltar à inocência

6 comentários

Eu não conseguia compreender na altura e agora ainda menos. Mas como raio foi isto um êxito? Juro que é coisa que me ultrapassa. Ao senhor doem-lhe os dentes e a senhora está a sofrer imenso com isso. Já sei que há muita gente que gosta/gostou, mas para mim não tem qualquer sentido. Aliás, até já imagino os novos posts do ódio a insultarem-me por não ser completamente fã disto (sim, ainda recebo posts de ódio à conta do post dos Ena Pá 2000, aparentemente, todos temos de gostar deles porque eles são fabulosos e se não gostarmos é porque somos idiotas e não devíamos sequer expressar opinião porque ainda deve andar por aí muito ex-agente da PIDE que acha que não vivemos num país com liberdade de expressão. A esses haters, umas palavrinhas: vão bugiar, no meu blog mando eu e escrevo o que bem me apetecer.).

Posto isto, fica o esqueleto que eu saquei do armário a ferros. E ainda há mais um do género que tinha uma letra completamente dúbia e uns monges a cantar e que ainda vou tentar encontrar para mais tarde recordar, mas esse é bem mais difícil.

Post Scriptum: encontrei a pérola. Curiosamente, é dos mesmos e chama-se “tristeza”, e tiveram toda a razão em chamar assim a música, é mesmo a verdadeira tristeza.

E afinal a letra era dúbia porque era em francês…

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6 thoughts on “Voltar à inocência

  1. Que esqueletos tu foste tirar do armário, sabes que até gosto da primeira música? é verdade, mas da segunda nem por isso, e então esses videoclipes são mesmo uma tristeza, podiam ter feito melhor… que falta de imaginação!
    Eu também estou a dever uns esqueletos lá no blog, mas tenho andado em baixo e ainda não postei, mas não me esqueci!
    Beijinhos!

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    • nada como um esqueletozito para arribar. que é isso de andar para baixo? nem pensar! queres um espacinho no meu lado b que isso passa num instante 😉 ?

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      • Oh querida, és um amor, mas como viste, escarrapachei o desabafo no blog, quero que as minhas leitoras saibam que tenho elementos na familia que não prestam mesmo, e mal sabem eles que andam falados ihihih! Fiquei muito desiludida com o que fizeram, ao menos ela que não fosse para o fórum gabar-se que ia dar uma festa para 50 pessoas, ainda por cima, ela participa lá com o nome verdadeiro, percebes? É tão burrinha, nossa Senhora!
        Beijinhos linda!

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  2. Também me passaram ao lado estes enigmáticos senhores. E havia uns muito parecidos, chamavam-se ERA, mas não vendiam casas. Tinham uma música, igualmente peculiar, para a qual me lembrei (agora que vi este post), que inventei, na época, uma letra alternativa. A minha era assim “Cómó é que está o tempo? Áménó!” (Bem, o que já me ri com esta memória)
    Beijinhos

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    • eu também inventava letras havia uma que eram canticos africanos e eu dizia “aiénoano noano, ao telfone, ao telfone”, sim sem “e” no telefone 🙂 . e também me lembro dos era. eu não conseguia achar-lhes piada, achava sempre que aquilo era música de igreja e como aquilo apareceu nos anos da revolta, se me lembrava igreja era para fugir 🙂 .
      beijinhos!

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