Maria Radiante

As coisas que se fazem só porque se pode…

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Não passa um dia em que não veja um qualquer senhor encostado a um muro (e às vezes nem isso!!!) a regar a terra (ou as pedras, ou o asfalto, ou o “ispiche”, como dizia ontem uma senhora no autocarro). E isto é triste, gente!

É que só porque podem, não significa que tenham de o fazer em todas as esquinas. Não conseguem aguentar até chegarem a casa ou a algo do género com casa de banho? É que não há direito! Se eu estiver com muita vontade, vou a um café ou alguma coisa do género, agora, no meio da rua? Para todo mundo ver?

Pois que aqui a Radiante não consegue perceber o ato de ir fazer xixi na rua. É algum ritual pelo qual os senhores têm de passar? A bexiga é mais pequenina que a das senhoras? O que é? É que juro que não percebo.

Mas concordo que pior que um senhor a regar o mundo, é uma senhora a tentar fazer o mesmo no meio da rua. Em primeiro lugar, aquilo não dá jeito nenhum, em segundo lugar, a logística é do pior, ter de segurar na roupa, ter de segurar no papel (se o houver), ter de fazer mira para não se acertar na própria pessoa e/ou roupa e ainda arranjar maneira de não se ficar descomposta. Queria ver se os senhores precisassem de tudo isto se continuariam a fazer estas figuras no meio da rua… Duvido!!!

Aliás, acho que vou deixar de cumprimentar de mão os senhores, porque corremos sérios riscos de sermos cumprimentados com uma mão por lavar, porque nas ruas ainda não há lavatórios… bilack.

 

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